sábado, 21 de agosto de 2010

Dedicação & amor

O amor sempre inspirou romances, e a mais lindas frases de amor
Há sempre uma beleza nova para ser descoberta , ou seja, a arte de amar
tendo em mente que você não deve nunca provar nada para ninguém
Faça tudo sempre com dedicação e amor
Para si mesmo e para os outros , do que aquela que julga sem conhecer os fatos
mais lindo poema que uma pessoa oferece a outra em busca do amor...
Todas as formas são amor, todas as atitudes de ódio são também amor

Ass: Júnior Puma

MSN: juninho.a.s@hotmail.com

    segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

    Amo rock é você sabe a origens do verdadeiro rock


    Origens do rock
    Este gênero musical de grande sucesso surgiu nos Estados Unidos nos anos 50 (década de 1950).. Inovador e diferente de tudo que já tinha ocorrido na música, o rock unia um ritmo rápido com pitadas de música negra do sul dos EUA e o country. Uma das características mais importantes do rock era o acompanhamento de guitarra elétrica, bateria e baixo. Com letras simples e um ritmo dançante, caiu rapidamente no gosto popular. Apareceu pela primeira vez num programa de rádio no estado de Ohio (EUA), no ano de 1951.
    A rock na década de 1950 : primeiros passos
    É a fase inicial deste estilo, ganhando a simpatia dos jovens que se identificavam com o estilo rebelde dos cantores e bandas. Surge nos EUA e espalha-se pelo mundo em pouco tempo. No ano de 1954, Bill Haley lança o grande sucesso Shake, Rattle and Roll. No ano seguinte, surge no cenário musical o rei do rock Elvis Presley. Unindo diversos ritmos como a country music e o rhythm & blues. O roqueiro de maior sucesso até então, Elvis Presley lançaria o disco, em 1956, Heartbreaker Hotel, atingindo vendas extraordinárias. Nesta década, outros roqueiros fizeram sucesso como, por exemplo, Chuck Berry e Little Richard.
    O rock nos anos 60: rebeldia e transgressão
    Esta fase marca a entrada no mundo do rock da banda de maior sucesso de todos os tempo : The Beatles. Os quatro jovens de Liverpool estouram nas paradas da Europa e Estados Unidos, em 1962, com a música Love me do. Os Beatles ganham o mundo e o sucesso aumentava a cada ano desta década.A década de 1960 ficou conhecida como Anos Rebeldes, graças aos grandes movimentos pacifistas e manifestações contra a Guerra do Vietnã. O rock ganha um caráter político de contestação nas letras de Bob Dylan. Outro grupo inglês começa a fazer grande sucesso : The Rolling Stones.No final da década, em 1969, o Festival de Woodstock torna-se o símbolo deste período. Sob o lema "paz e amor", meio milhão de jovens comparecem no concerto que contou com a presença de Jimi Hendrix e Janis Joplin.Bandas de rock que fizeram sucesso nesta época : The Mamas & The Papas, Animals, The Who, Jefferson Airplane, Pink Floyd, The Beatles, Rolling Stones, The Doors.
    O rock nos anos 70 : disco music, pop rock e punk rock
    Nesta época o rock ganha uma cara mais popular com a massificação da música e o surgimento do videoclipe. Surge também uma batida mais forte e pesada no cenário do rock. É a vez do heavy metal de bandas como Led Zeppelin, Black Sabbath e Deep Purple. Por outro lado, surge uma batida dançante que toma conta das pistas de dança do mundo todo. A dance music desponta com os sucessos de Frank Zappa, Creedence Clearwater, Capitain Beefheart, Neil Young, Elton John, Brian Ferry e David Bowie.Bandas de rock com shows grandiosos aparecem nesta época : Pink Floyd Genesis, Queen e Yes.
    Anos 80 : um pouco de tudo no rock
    A década de 1980 foi marcada pela convivência de vários estilos de rock. O new wave faz sucesso no ritmo dançante das seguintes bandas: Talking Heads, The Clash, The Smith, The Police.Surge em Nova York uma emissora de TV dedicada à música e que impulsiona ainda mais o rock. Esta emissora é a MTV, dedicada a mostrar videoclipes de bandas e cantores.Começa a fazer sucesso a banda de rock irlandesa chamada U2 com letras de protesto e com forte caráter político. Seguindo um estilo pop e dançante, aparecem Michael Jackson e Madonna.
    Anos 90 : década de fusões e experimentações
    Esta década foi marcada por fusões de ritmos diferentes e do sucesso, em nível mundial, do rap e do reggae. Bandas como Red Hot Chili Peppers e Faith no More fundem o heavy metal e o funk, ganhando o gosto dos roqueiros e fazendo grande sucesso.Surge o movimento grunge em Seattle, na California. O grupo Nirvana, liderado por Kurt Cobain, é o maior representante deste novo estilo. R.E.M., Soundgarden, Pearl Jam e Alice In Chains também fazem sucesso no cenário grunge deste período.O rock britânico ganha novas bandas como, por exemplo, Oasis, Green Day e Supergrass.
    O Rock no Brasil
    O primeiro sucesso no cenário do rock brasileiro apareceu na voz de uma cantora. Celly Campello estourou nas rádios com os sucessos Banho de Lua e Estúpido Cupido, no começo da década de 1960. Em meados desta década, surge a Jovem Guarda com cantores como, por exemplo, Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa. Com letras românticas e ritmo acelerado, começa fazer sucesso entre os jovens.Na década de 1970, surge Raul Seixas e o grupo Secos e Molhados. Na década seguinte, com temas mais urbanos e falando da vida cotidiana, surgem bandas como: Ultraje a Rigor, Legião Urbana, Titãs, Barão Vermelho, Kid Abelha, Engenheiros do Hawaii, Blitz e Os Paralamas do Sucesso.Na década de 1990, fazem sucesso no cenário do rock nacional : Raimundos, Charlie Brown Jr., Jota Quest, Pato Fu, Skank entre outros.
    Você sabia?

    segunda-feira, 28 de setembro de 2009

    Vc que começa ou eu que começo ^^

    Simples começei a fazer Aulto - analise de mim mesmo. Isso mesmo não uso drogas neh hum tipo de entorpecentes no meu corpo simples posso fazer uma pequena Historia sobre um garoto
    ou um menino vc decide ...


    Deixe-me pensar. Era um menino tão comum. Com desejos e esperanças. Aquele menino que não desperta atenção nem no mais atento professor. Não que fosse medíocre, pois o sentido que essa palavra ganhou não resume esse menino. Talvez ordinário seja mais próprio a ele, mas também não é o adjetivo perfeito. Na verdade, acho que sua maior característica foi a capacidade de passar por qualquer rótulo, mas não se encaixar em nenhum. Era respeitado por todos, mas não admirado. Isso não o deixava infeliz, ou feliz. Mas, por alguma razão, era um garoto melancólico.
    E esse menino caminhava de volta para casa, pensando na noite. Ele percebia que o tempo não existia, percebia que seus pensamentos duravam cada passo e ao mesmo tempo todo o caminho. E todo o caminho durava apenas um instante. Mas desses instantes que aproximam o homem do eterno. Chegando em casa, no ato de abrir a porta, ele pensava em tudo isso. Via que não era possível dizer ou explicar, ou mesmo reconhecer cada pensamento separadamente. Não podia lembrar onde começava cada idéia nem havia chegado em casa com conclusões lógicas ou práticas daquilo tudo. O tempo passara sem que houvesse percebido e talvez o modo como flutuara tenha sido apenas um passatempo para enfrentar a tediosa volta para casa. Mas ele sabia que era muito mais que isso e que todas idéias que voaram dentro de sua cabeça não haviam se perdido ou simplesmente passado. Elas haviam se incorporado ao seu ser e ele havia crescido mais um pouco. Ele sabia disso e por isso gostava tanto de se perder em seus pensamentos. E por isso que, em algum dos dias seguintes, no atrasado e apressado caminho para a escola, preocupado com a aula que mais uma vez pegaria no meio, ele parou. Parou para observar um longo caminho que formigas formavam pela calçada. Um caminho longo, excessivamente longo, excessivamente populoso, onde ele gastou, economicamente, num instante, observando apenas, trinta minutos. E esse menino tinha um amor. Uma menina comum, por todos querida. E isso a fazia feliz. Num sorriso singelo ela desenhava todo o pôr-do-sol. Seu olhar iluminava o menino cada vez que se dirigia a ele. Como era possível um gesto tantas vezes repetido encher, a cada toda vez que acontecia, o seu coração de alegria? Era repetido, mas não automático. Cada vez que se mostrava era do mais puro sentimento, sincero. Os outros meninos não reparavam nela. A achavam “sim, bonitinha”. Mas não comentavam seus contornos. Só aquele menino que nela enxergava todo seu esplendor. E ele sabia que não eram seus olhos que enxergavam coisas onde não havia. Não, nesse caso não havia a beleza apenas nos olhos de quem vê. A beleza estava lá, majestosa, talvez na mais descarada demonstração da Idéia de Beleza de Platão. A essência do belo se mostrava naquela doce menina. Não se via nela, unicamente, a beleza sexy, a beleza infantil, a beleza desejada, a beleza invejada, a beleza fria, a beleza alegre. Não se via nela nenhuma dessas restrições da beleza, porque ela era, simplesmente, bela. Se desejado, poder-se-ia identificar nela cada tipo separado de beleza. Mas, com cada uma dessas individualizações da beleza sendo uma cor, ela era o mais puro branco. E o menino, do fundo de seu coração, seguindo toda a pureza de seu sentimento, escreveu;
    abre aspas:
    Percebi, então, minha intenção,
    Naquele instante que o sol me deu,
    Aquela luz de sol poente,
    Atingiu meu coração,
    Seu sorriso se fez meu,
    Seu olhar me fez contente
    O sol tão belo quando desce,
    Quando o céu se faz vermelho,
    Com seus raios sem destino.
    E um bom raio que merece,
    Descobrindo o meu desejo,
    Encontrou algo tão lindo.
    Em seus olhos se ampliou,
    Refletiu-se em seu sorriso,
    E mirou meu pobre peito.
    Num momento se inflamou,
    E uma alegria sem aviso me deixou quase sem jeito.
    E o amor se encheu em mim
    E você nem percebeu,
    Quieta, doce e bela,
    O amor por minha donzela.
    Que desde então, sempre cresceu
    Esperando intensamente.
    Pretensamente, um dia enfim,
    Você também gostar de mim.
    , fecha aspas.
    Mas essas palavras, a linda menina não escutava, não lia, nem sequer imaginava existirem. Todo o carinho que ela demonstrava, todo o afeto que ela transbordava e todos aqueles sinceros e singelos olhares e sorrisos, tudo era fruto de um sentimento lindo, profundo e puro. Mas o sentimento puro da menina não era o mesmo sentimento que havia no peito do menino. O que fazia aquele garoto sorrir, a cada visão de beleza, era amor. O que fazia aquela menina sorrir, a cada visão de alegria, era amizade. E ela continuava sua vida feliz, sem culpa ou receio. Uma vida simples e tão plena, tão completa e tão harmônica, que o menino simplesmente não achava ter o direito de criar, qualquer que fosse a razão, qualquer distúrbio naquele sonho perfeito. Ele achava injusto que seus sentimentos pudessem interferir em tão bela música. E ele se enganava, imaginando ser suficiente apenas poder apreciar tão formosa criação. Abraços de carinho, beijos de amigo, sorrisos de fraternidade, ele pensava isto ser suficiente para aplacar seu desejo de amá-la. Ele se enganava, mas era tão bom nisso, que se tornava realmente feliz. Seu coração realmente se enchia de amor com a simples visão de sua amada. E vê-la assim, tão bem, com tudo tão certo em sua vida, e, ainda mais sabendo ela o querer bem, isso lhe saciava a alma.
    Porém um dia, como a lógica previa, algo mudou. Era evidente, mas o coração daquele menino não era lógico, nem tão mundano ou prático. Ao vê-la com um sorriso nos lábios e seus lábios tocando os de outro, e o sorriso, viajando através do contato, estampar-se no rosto de outro garoto. Um outro garoto não tão simples, sem tanto amor, não tão perfeito para ela. Mas um garoto que a fazia feliz, que também a queria bem e que conquistara seu coração de menina. Ao vê-la passear, cantar, contar. Contar-lhe seu amor, com a mão no peito, que mal continha tanta fascinação, e com o pensamento naquele sujeito, que simplesmente não era a peça que deveria se encaixar naquele sonho de menina.
    E o garoto era de novo melancólico, e dessa vez sabia a razão. Mas agora ele também era triste, infeliz. E dessa vez sabia a razão. E ele tentou se arrepender, mas não sabia exatamente do quê. Como antes, talvez mais que antes, a garota era feliz. E ela continuava a lhe querer bem. E ela continuava a sorrir para ele, abraçá-lo e beijá-lo, o beijo de amiga.Ela também percebeu a tristeza crescendo na alma do menino. Mas nunca chegou a conhecer a razão das lágrimas perdidas no rosto do menino. E, de novo, ele se achou injusto e egoísta, por querer atrapalhar a vida feliz da pessoa que mais importava naquele mundo. Mas ele não sentia raiva, nem de si mesmo, nem do outro garoto. E ainda sentia amor, por si mesmo e pela sua menina.
    E com esse amor tranqüilo, com sua felicidade melancólica, o menino resolveu andar. Desviou-se do caminho da escola e seguiu por entre as árvores do parque, pisando a grama molhada de manhã. E o caminho de formigas ele avistou, populoso e longo como mais atrás, mas num ambiente que explicava seus modos. E o menino sentou sobre seus calcanhares e permaneceu a observar as formigas. E nunca saberemos seus pensamentos e angústias desde então. Nunca saberemos como seria se seu caminho fosse diferente. A bela menina continuou feliz, e seu querido namorado também continuou feliz. Mas só o pobre menino continuou cheio de amor, do mais puro, forte e generoso. E o menino permaneceu observando as formigas, numa confusão silenciosa. As horas passaram, mas não se modificava o semblante tranqüilo do menino. Os dias passaram, meses, anos. O tempo ainda era para o garoto um instante. Na paisagem ele sumiu, ninguém mais o via, ninguém sabia como vê-lo. Apenas a bela menina, que em sua felicidade, passeando por aquele parque sorria toda vez que o via, sentado, olhando a grama. Às vezes ela o abraçava, às vezes o beijava um beijo de amiga, mas sua vida continuara e passara toda, naquele instante que o menino olhava o pequeno caminho vacilante. Até hoje o menino ali permanece, mas ninguém o vê. Ninguém mais tem o direito de vê-lo. Ninguém jamais compreendeu o amor daquele menino tão comum, com desejos e esperanças.